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Quem ganha o desafio é quem tiver a coragem de dizer não!

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O Grupo de Ensino Madre Celeste se preocupa e alerta sobre “O desafio da rasteira”. A brincadeira que tem viralizado nas redes sociais, mostra dois alunos incentivando um terceiro  a pular mais alto que elas e, quando o indivíduo aceita o desafio, é surpreendido com uma rasteira, cai com força e bate coluna e cabeça no chão. Brincadeiras de mau gosto como essa são de total repudio à segurança. Fica um alerta aos pais e alunos para negar qualquer tipo de ação que vá comprometer sua segurança.A Polícia Civil do Pará notificou:

 A Polícia Civil do Pará, por meio da Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis e da Divisão de Atendimento ao Adolescente, orienta os pais, professores, alunos e sociedade em geral sobre os graves riscos decorrentes da “brincadeira da rasteira”.

Tal prática está sendo difundida nas redes sociais e aplicativos de comunicação, onde jovens induzem um colega a pular, ocasião em que este é derrubado com uma rasteira durante o pulo.

Já há registros pelo Brasil de mortes e lesões graves causadas pela queda.

Desta forma, a Polícia Civil do Pará recomenda que atos dessa natureza sejam coibidos pois, se oferece risco à vida, à saúde ou à integridade física, deixa de ser brincadeira e pode virar um caso de Polícia.A BRINCADEIRA DE MAU GOSTO

Era para ser uma rasteira inofensiva, mas não é. Em novembro de 2019, quando ainda nem era um viral no Brasil, a “brincadeira” matou uma menina de 16 anos na Escola Municipal Antônio Fagundes, em Mossoró, no Rio Grande do Norte por traumatismo craniano. Recentemente, uma criança de oito anos, moradora de Brasília, ficou à beira da morte pelo mesmo motivo, conhecida como “brincadeira da rasteira ou quebra crânio”, e, assim muitas estórias tristes  tomaram conta dos noticiários nos últimos meses.

A internet está cheia de brincadeiras realmente perigosas. Os  jovens praticam ações que visam descobrir o limite do seu próprio corpo, ter sensação de euforia ou sensação de relaxamento. Tudo por motivações de busca em pertencer a um determinado grupo. Quem pratica não tem noção do real perigo que corre. Infelizmente, muitos casos terminam em morte ou sequelas graves.

Portanto, é fundamental que as escolas abordem esse tema, mostrando que quem ganha o desafio é quem fica de fora, quem tiver a coragem de dizer não.O Grupo de Ensino Madre Celeste dá dicas para que os pais ajudem a prevenir as brincadeiras de risco:

DIÁLOGO – Fique atento e procure saber o que acontece na vida da criança/adolescente. Ao perceber qualquer mudança, procure um profissional da saúde.

ORIENTAÇÃO –  Oriente e alerte sobre os perigos dessas brincadeiras. Conscientize-os do real perigo da prática, que vão desde sequelas até a morte.

CONFIANÇA –  Construa um espaço de confiança. Se a criança souber de alguém praticando, oriente-o a procurar ajuda.

VIGILÂNCIA –  O monitoramento do conteúdo acessado na internet também é importante como medida protetiva.

ENCORAJAMENTO – Encoraje-os a buscar alternativas saudáveis e a fazer as escolhas certas, sem medo dos julgamentos dos colegas.

Texto: Lucy Silva

Imagens: Divulgação

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